ESPAÇO BRAILLE: Notícias...



estrela Cardápio em Braille


estrela Livro digital para deficientes visuais poderá ser incorporado a política nacional de leitura


estrela LIDA: Livro Digital Acessível


estrela Código de Defesa do Consumidor em Braille


estrela Senado e Câmara Federal recebe Grupo de Estudos sobre o Estatuto da Pessoa com deficiência   e






McDonald’s desenvolve cardápio para Deficientes Visuais





O McDonald’s lança hoje, dia 9, um cardápio para os deficientes visuais, com a descrição de seus produtos e ingredientes. O trabalho de criação e desenvolvimento do material, que contém também as informações de alérgenos e preços, foi realizado com o apoio técnico da Fundação Dorina Nowill para Cegos – uma instituição que este ano completou 60 anos e é uma das mais atuantes nesse segmento no Brasil. Até o fim de novembro, os cardápios estarão disponíveis em todos os restaurantes da rede.
Segundo o censo do IBGE, o País conta atualmente com 16 milhões de deficientes visuais. Dentro de sua política de inclusão social, o McDonald’s toma mais essa iniciativa para proporcionar o bem-estar a todos os clientes que freqüentam seus pontos-de-venda. “Assim como todas as outras ações que desenvolvemos em nossos restaurantes ligadas à acessibilidade, também com o lançamento do novo cardápio em braile temos o objetivo de promover a inclusão social.” diz Renata Raniro, da área de Comunicação Corporativa do McDonald’s Brasil e responsável pelo projeto. “Procuramos fazer isso dando autonomia e liberdade para os nossos clientes portadores de necessidades especiais, que assim podem se sentir à vontade em nossos restaurantes”, complementa.
O McDonald’s lançou seu primeiro cardápio para deficientes visuais em 1989, também como iniciativa inédita. A versão original era resumida, e ficava afixada na parede próxima ao balcão do restaurante para uma rápida consulta. O novo cardápio é mais completo, tem 30 páginas e poderá ser consultado com mais tranqüilidade e conforto, nas mesas. Ele traz informações em braile para cegos e uma impressão em letras grandes para portadores de baixa visão. O índice geral apresenta uma divisão feita por plataforma de produto, incluindo frango, carne bovina, saladas, bebidas, sobremesas, etc. Os funcionários também receberam treinamento especial para fazer o atendimento.
A rede possui também legendas em braile nas embalagens de papel de seus sanduíches e nas tampas de refrigerantes, além de ter sido pioneira no uso da tecnologia closed caption em seus comerciais de TV.
A parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos, que é hoje uma das maiores produtoras de livros em braile no mundo, foi essencial para a elaboração de um material que atendesse às necessidades dos usuários do cardápio. Em 2005, foram impressas mais de 17 milhões de páginas entre obras didáticas, literatura, música e outras publicações braille. “É preciso ouvir os deficientes e dar-lhes a oportunidade de se manifestarem para promover a sua inclusão social. A participação do setor privado é fundamental nesse processo”, diz a presidente emérita e vitalícia da Fundação, dona Dorina Nowill, de 87 anos.
Cega desde os 17 anos, dona Dorina foi uma das criadoras da Fundação e viajou aos Estados Unidos para aprender técnicas desenvolvidas para a educação de cegos. Regressou com o firme propósito de desenvolver no Brasil ações educativas e culturais para o desenvolvimento de deficientes visuais. A fundação também oferece programas de atendimento especializado ao deficiente visual e seus familiares.

Fonte: CDN – Companhia de Notícias - novembro / 2006




Livro digital para deficientes visuais poderá ser incorporado a política nacional de leitura





Ir até uma biblioteca e ler um livro parece uma tarefa fácil de ser exercida no dia-a-dia. Para os portadores de deficiência visual, no entanto, as dificuldades de acesso aos livros ainda é grande.
Para mudar a situação e incluir essas pessoas no mundo da cultura, membros da Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (Corde) querem trazer ao país o protocolo Daisy (Digital Acessible Information System), por meio da Política do Livro e Leitura do Ministério da Cultura.
Atualmente, os deficientes visuais têm acesso à leitura pelo método braile e por um sistema de computador que faz a leitura digital de textos. Com o protocolo Daisy, um aparelho um pouco maior que um CD e com botões em braile é acoplado nos livros. Assim, não é preciso que o deficiente visual dirija-se até um computador para poder ler. Ele poderá estudar nas bibliotecas como qualquer pessoa que não tenha a visão comprometida.
De acordo com a coordenadora Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, Izabel Maior, o sistema do protocolo Daisy funciona como um CD normal, mas com algumas vantagens. “Você pode, por exemplo, marcar a página que achar interessante. Se uma pessoa quer ir da página um para a dois e depois voltar para a página um, ela pode. Também é possível mudar para o capítulo seguinte ou selecionar um parágrafo importante", diz. "Então, a leitura através da audição passa a ser tal como a que a gente está vendo, só que com rendimento, rapidez e eficiência de aprendizagem muito maiores”.
Martinha Clarete Dutra é deficiente visual e trabalha no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência. Ela conta que teve de enfrentar muitas dificuldades durante todo o processo de aprendizado, pois as escolas públicas não tinham didática para ensiná-la e os livros em braile demoravam muito para serem confeccionados. Com o protocolo de Daizy, afirma Dutra, será possível garantir acesso à leitura para quem é cego ou tem outro tipo de deficiência visual.
“O braile é uma ferramenta importante, mas pouco funcional, pois os livros são muito pesados e a leitura, muito demorada. O protocolo Daisy é algo que pode trazer para nós uma funcionalidade muito grande, pois poderemos escutar o livro em qualquer lugar”, disse. “Uma medida como essa é fundamental porque vamos ter direito a escolher um livro ou trocar experiências de leitura com qualquer usuário. Poderemos, inclusive, entrar em uma livraria e comprar um livro, coisa que hoje não é realidade no Brasil”.
O protocolo foi implementado em 32 países e teve a experiência pioneira em bibliotecas públicas. Segundo a coordenadora Izabel Maior, no Brasil não deve ser diferente. As bibliotecas públicas devem ser as primeiras a terem o sistema que pode beneficiar deficientes visuais.

Fonte: http://www.clicabrasilia.com.br/portal/noticia.php?IdNoticia=16471




 Fundação Dorina Nowil lança sistema de leitura digital para atender  alunos e profissionais cegos



 
Lançamento oficial para o grande público será realizado em abril.
            Reportagem: Lucia Faria Assessoria de Comunicação
            em: 12/3/2007

      A Fundação Dorina Nowill apresentou na terça-feira (dia 13) para  convidados o LIDA - Livro Digital Acessível, ferramenta para estudantes  e profissionais  com deficiência visual que permite navegar pelo livro  digitalizado. O lançamento ao grande público será realizado na VI  Reatech - Feira Internacional de Tecnologia  em Reabilitação, Inclusão e  Acessibilidade, de 12 a 15 de abril, no Centro de Exposições Imigrantes,  em São Paulo.
      O livro tem os textos criptografados para garantir acesso somente  ao deficiente devidamente cadastrado. O usuário recebe senha pessoal,  como garantia ao autor  que cedeu os direitos gratuitamente, e faz a  leitura através de um sistema de voz digital que emite em áudio as  palavras escritas. Com a nova ferramenta é possível  escolher  determinado capítulo, página ou mesmo parágrafo por meio de um simples  comando. Uma vez na tela, o trecho que interessa pode ser ouvido.
      A área de Direito foi escolhida para iniciar o projeto após  levantamento realizado junto às universidades mais importantes do país  que apontou esse curso como o de maior procura pelos cegos. Em seguida,  serão produzidas obras de Psicologia e Pedagogia, também muito  requisitadas por universitários deficientes visuais.
      Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos - (...) A Fundação atua  na produção de livros em braille, falados e digitais. Oferece  programas de atendimento especializado ao deficiente visual e sua  família,  que inclui programas de avaliação e diagnóstico, clínica de  baixa visão, educação especial, reabilitação e orientação e colocação  profissional do deficiente visual.

 Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2007/03/09/294871053.asp





 TJSP recebe Código de Defesa do Consumidor em Braille



O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo recebeu de uma empresa operadora de telefonia celular hoje (16/3) o Código de Defesa do Consumidor em Braille e em livro falado (audiobook). O objetivo é a inclusão das pessoas com deficiência visual para que tenham acesso a informações sobre direitos dos consumidores, além de celebrar Dia Nacional do Consumidor, comemorado ontem (15/3).
O material será distribuído a todos os tribunais de Justiça, coordenações dos Juizados Especiais e órgãos de defesa do consumidor das principais cidades do país. Serão disponibilizados também para as pessoas que entrarem em contato por meio de instituições parceiras ligadas à causa da deficiência visual, como Laramara, Dorina Nowill, CAP entre outras.
Na cerimônia de entrega, o presidente da Seção de Direito Privado, Ademir de Carvalho Benedito, ressaltou sobre a importância dessa iniciativa. "Cada vez mais as pessoas com deficiência estarão se integrando, pois elas enfrentam os mesmos problemas que qualquer uma outra".
O Código de Defesa do Consumidor brasileiro foi instituído em 1990. Estabelece direitos e obrigações de consumidores e fornecedores. Compreende as relações de consumo nas esfera, administrativa, civil e penal. Na administrativa, estrutura para o poder público atuar nas relações de consumo; na civil, define as responsabilidades e os mecanismos para a reparação de danos e; na penal, estabelece os novos tipos de crimes e as punições para quem os comete.
O presidente do Tribunal, Celso Luiz Limongi, parabenizou a empresa pela iniciativa e mencionou que a Constituição Federal quer uma sociedade solidária e esta ação social dá condições para as pessoas se informarem sobre seus direitos.
Além de Ademir Benedito e Celso Limongi, participaram da entrega do Código, o vice-presidente do TJ, desembargador Caio Eduardo Canguçu de Almeida, o presidente da Seção Criminal do TJ, desembargador Luiz Carlos Ribeiro dos Santos, desembargadores e juízes.
Fonte: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo






Senado e Câmara Federal recebe Grupo de Estudos sobre o Estatuto da Pessoa com deficiência  





Uma Comissão representativa do Grupo de Estudos sobre o Estatuto da Pessoa com Deficiência será recebida no Senado e na Câmara Federal, em audiência, no dia 28 de março, para discutir o Estatuto da Pessoa com Deficiência. O Grupo será recebido, em Brasília, pelos senadores Flávio Arns, relator do Estatuto no Senado, e Paulo Paim, seu autor. Também será recebido pelo  presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, deputado Luiz Couto. 
A Comissão é coordenada pela jornalista e co-moderadora do Grupo, Maria Isabel da Silva, e composta pelo criador do grupo e co-moderador, Luiz Alberto Melcher de Carvalho e Silva (economista e professor), Denise Granja (advogada da União), Naziberto Oliveira (psicólogo), Lothar Bazanella (analista de sistemas), Sergio Faria (consultor), Francisco Izidoro (advogado) e Rosângela Gera (médica). O Grupo de Estudos conta hoje com 204  participantes de todo o Brasil: pessoas com e sem deficiência, familiares, amigos, profissionais da área e simpatizantes
à causa. Caracteriza-se pela independência e autonomia, não mantendo vínculos que eventualmente possam direcionar a linha de trabalho para interesses alheios aos das próprias pessoas com deficiência.   Vem realizando ardoroso empenho para avaliar cada um dos 287 artigos presentes na Minuta aprovada pelo Senado, em dezembro de 2006, e atualmente em votação na Câmara.  O objetivo é construir um Estatuto que represente maior participação e efetivo protagonismo das pessoas com deficiência em todos os aspectos e âmbitos sociais.
  É consenso do grupo que houve muitos avanços desde que a primeira proposta do Estatuto foi apresentada pelo então deputado e hoje senador Paulo Paim, mas ainda está muito aquém do ideal e são necessárias muitas modificações essenciais, estruturais e conceituais para que se alcance uma lei que, de fato, reflita os direitos e a realidade de quem possui restrições motoras, sensoriais ou cognitivas.  
A Comissão preparou um documento e apresentará como Proposta de Substitutivo do Estatuto da Pessoa com Deficiência. Reivindica que o Estatuto, em hipótese nenhuma, seja aprovado com a atual redação e conteúdo, sob o risco de neutralizar a intensa luta em prol da cidadania e inclusão social das pessoas com deficiência e perpetuar uma condição até então marcada pela segregação, discriminação, preconceito e exclusão.  Apóiam a ida da Comissão a Brasília: a Divisão de Medicina de Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (DMR HC FMUSP), a PRODAM - Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo e o Instituto EMBRAER, da Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A.  
O GRUPO 
O Grupo de Estudos sobre o Estatuto da Pessoa com Deficiência é uma lista de discussão acessada pelo link http://br.groups.yahoo.com/group/estatuto_do_deficiente/  que possui como prioridade absoluta avaliar a proposta do Estatuto da Pessoa com Deficiência, apresentada em 2003. O acesso pela internet propicia a muitos a proximidade com o tema e a facilidade da troca de experiências e  idéias, resultando em rica e fértil discussão que subsidia a elaboração de uma lei que contemple e assegure os direitos básicos, amplie as conquistas e viabilize a inclusão social das pessoas com deficiência.        
Maria Isabel da Silva


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